sábado, 4 de junho de 2011

Manifestação em Brasília contra o PLC122

Estive, no dia 01, quarta-feira, última, em Brasília juntamente com 7 irmãos da igreja para participarmos desse ato em prol da família, da moral e da liberdade de expressão. Liberdade que uma minoria quer ter através da imposiçao do silêncio para a maioria usando a força; ameaçando de prisão e processos. A manifestação dos evangélicos foi um sucesso. Tínhamos, de acordo com uma televisão local, 20 mil pessoas, que mostraram a sua força, não a física, mas aquela que é poderosa em Deus "para destruir fortalezas, anulando nós sofismas
e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo"(2Co.10.4,5).
Num determinado momento da manifestação vi um rapaz segurando um cartaz simples, feito de cartolina, mas que, na minha opinião, expressa toda a realidade do que ambiciona ser e implantar no Brasil o Projeto de Lei Complementar 122/2006, veja aí abaixo:


Você viu o que eu vi? É isso que estão querendo implantar em nosso país: um Apartheid ideológico onde uma minoria homossexual quer colocar mordaça na maioria heterossexual. Valeu a pena ir lá, numa viagem tipo "bate e volta", dentro de uma Kombi barulhenta e sem conforto, sem dormir e ainda por cima, gripado e tossindo. Se tiver que voltar lá para mais uma manifestação, quero ir, se Deus me permitir, levando não apenas 7, mas, no mínimo 70.

Veja na foto abaixo um dos momentos mais marcantes do evento, quando o povo de Deus se volta para o Congresso Nacional e ora com mão levantadas para abençoar aquele lugar de onde procedem as leis que dirigem a nossa nação. Nesta primeira foto, aparece, do lado esquerdo da multidão, o Palácio da Justiça, ao fundo.





sexta-feira, 27 de maio de 2011

Abençoando o Brasil

“Pela bênção que os retos suscitam a cidade se exalta, mas pela boca dos perversos é derribada”(Provérbios 11.11).
Acabo de ler este verso e não pude deixar de relacioná-lo ao Brasil. Nós como Igreja temos muita facilidade de reclamar e criticar o pais, pois é verdade que muitos desmandos acontecem, de norte a sul, de leste a oeste; aliás, muitos aqui é uma expressão até comedida, econômica, porque são praticamente infinitos os erros nesta nossa pátria amada. Mas, aí é que está a mensagem desse verso: os justos tem que abençoar, fazer brotar, suscitar a benção no pais para que ele se exalte, pois, quando criticamos e não abençoamos, vem os perversos, proferindo suas depravações e delírios perversos; abrem a boca para derramar seus desvios de conduta, tentando fazer que o errado passe por certo e o certo por errado e derribam, lançam por terra os valores da nação, trazendo miséria e prejuízos de toda sorte. É hora de abençoarmos o Brasil Um dia abençoado pra você.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Mortas com a Bíblia

"Duas jovens cristãs indianas foram mortas enquanto liam a Bíblia numa praça. As irmãs Arifa e Akthar Gulam Dar, de 17 e 19 anos respectivamente, eram ligadas a um ministério de evangelização e viviam na cidade de Baramulla, na Caxemira, área de constantes conflitos étnicos e religiosos na fronteira entre a Índia e o Paquistão, As duas foram executadas a tiros por milicianos do Lashkar-e-Taiba, grupo radical islâmico que atua na região". (Cristianismo Hoje, abril/maio 2011, pg. 9)

É Ruim Sermos "Bodes Expiatórios", Pois Somos Ovelhas

Os crentes (os pastores em especial) e a Bíblia, estão sendo taxados de homofóbicos mas essa não é a realidade; estamos sendo apenas “bodes expiatórios”. Meses atrás uma pessoa me disse: “vocês crentes são preconceituosos contra os homossexuais, e eu respondi o seguinte: você é uma pessoa inteligente e já frequentou igrejas; você já viu algum pastor incitando os seus ouvintes a saírem pelas ruas agredindo a homossexuais? A Pessoa respondeu que não, e eu acrescentei que o preconceito está fora das igrejas e não dentro delas. O rapaz que agrediu a um homossexual com uma lâmpada fluorescente em uma madrugada no centro de São Paulo seria um crente? Eu duvido. Por outro lado, quando ligo meu rádio na Band News FM, ouço o humorista José Simão fazer piadas com homossexuais; quando sintonizo a TV no programa “A Praça é Nossa”, que é aquele quadro do Moacyr Franco senão uma sátira ao homossexual velho? Que é aquele quadro do Batman e Robin?
Agora mesmo, tenho em mãos um exemplar da revista SUPERinteressante que traz uma matéria intitulada A Justiça é amiga dos gays, mas que diz: “O preconceito contra os gays não é novidade – mas parece estar piorando. Em abril, um estádio de vôlei inteiro vaiou e xingou de “bicha” e “viado” o jogador Michael dos Santos, do time Vôlei Futuro, que é gay assumido. Uma pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia concluiu que o assassinato de homossexuais no Brasil subiu 31% no último ano e chegou a 260 casos. E outra, da Fundação Perseu Abramo, mostra que 64% das pessoas acreditam que casais de gays e lésbicas não deveriam andar abraçados ou se beijar em locais públicos e que apenas 24% pensam que os governos deveriam ter a obrigação de combater a discrminação de homossexuais. Para 70% ‘isso é um problema que as pessoas têm de resolver entre elas’”.(SUPERinteressante, maio de 2011, pg.19 e 20). Como, então, são os crentes que são preconceituosos?

terça-feira, 12 de abril de 2011

Criando Raízes

Li esta história e a achei interessante e muito pertinente à nossa vida, família, igreja, etc.

"Quando eu era pequeno, tinha um velho vizinho chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com nenhum médico que eu jamais houvesse conhecido. Todas as vezes em que eu o via, ele estava vestido com um macacão de zuarte e um chapéu de palha cuja aba da frente era de plástico verde transparente. Sorria muito, um sorriso que combinava com seu chapéu - velho, amarrotado e bastante gasto.
Nunca gritava conosco por brincarmos em seu jardim. Lembro-me dele como alguém muito mais gentil do que as circunstâncias justificariam.
Quando o Dr. Gibbs não estava salvando vidas, estava plantando árvores. Sua casa localizava-se em um terreno de dez acres, e seu objetivo na vida era transformá-lo em uma floresta.
O bom doutor possuía algumas teorias interessantes a respeito de jardinagem. Ele era da escola do "sem sofrimento não há crescimento". Nunca regava as novas árvores, o que desafiava abertamente a sabedoria convencional.
Uma vez perguntei-lhe por quê. Ele disse que molhar as plantas deixava-as mimadas e que, se nós as molhássemos, cada geração sucessiva de árvores cresceria cada vez mais fraca. Portanto, tínhamos que tornar as coisas difíceis para elas e eliminar as árvores fracas logo no início.
Ele falou sobre como regar as árvores fazia com que as raízes não se aprofundassem, e como as árvores que não eram regadas tinham que criar raízes mais profundas para procurar umidade. Achei que ele queria dizer que raízes profundas deveriam ser apreciadas.
Portanto, ele nunca regava suas árvores. Plantava um carvalho e, ao invés de regá-lo todas as manhãs, batia nele com um jornal enrolado. Smack! Slape! Pou!
Perguntei-lhe por que fazia isso e ele disse que era para chamar a atenção da árvore.
O Dr. Gibbs faleceu alguns anos depois. Saí de casa. De vez em quando passo por sua casa e olho para as árvores que o vi plantar há cerca de vinte e cinco anos. Estão fortes como granito agora. Grandes e robustas. Aquelas árvores acordam pela manhã, batem no peito e bebem café sem açúcar.
Plantei algumas árvores há alguns anos. Carreguei água para elas durante um verão inteiro. Borrifei-as. Orei por elas. Todos os nove metros do meu jardim. Dois anos de mimos resultaram em árvores que querem ser servidas e paparicadas. Sempre que sopra um vento frio, elas tremem e balançam os galhos. São “árvores maricas”.
Uma coisa engraçada a respeito das árvores do Dr. Gibbs: a adversidade e a privação pareciam beneficiá-las de um modo que o conforto e a tranqüilidade nunca conseguiriam.
Todas as noites, antes de ir dormir, dou uma olhada em meus dois filhos. Olho-os de cima e observo seus corpinhos, o sobe e desce da vida dentro deles.
Freqüentemente oro por eles. Oro principalmente para que tenham vidas fáceis. "Senhor, poupe-os do sofrimento." Mas, ultimamente, venho pensando que é hora de mudar minha oração.
Essa mudança tem a ver com a inevitabilidade dos ventos gelados que nos atingem em cheio. Sei que meu filhos encontrarão dificuldades e, portanto, minha oração para que isto não aconteça é ingênua. Sempre há um vento gelado soprando em algum lugar.
Portanto, estou mudando minha oração vespertina. Porque a vida é dura, quer o desejemos ou não. Em vez disso, vou orar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que eles possam retirar forças das fontes escondidas do Deus eterno.
Muitas vezes oramos por tranqüilidade, mas essa é uma graça difícil de alcançar.
O que precisamos fazer é orar por raízes que alcancem o fundo do Eterno, para que quando as chuvas caiam e os ventos soprem não sejamos varridos em direções diferentes.
(Philip Gulley)

Que mais posso eu dizer? Não sei o que você achou, mas, eu fui muito edificado com esta história.  Olhando hoje do alto dos meus mais de 50 anos, gostaria, sim, de ter sido menos "regado" pelas pessoas que me cercaram. tenho, hoje, certos problemas em casa e penso que, na verdade, existe entre meus filhos quem tenha sido muito "regado" e, por isso não criou raízes profundas em direção às fontes de Deus. No que diz respeito à igreja, tenho sido levado a pensar que a solução para "fechar a porta dos fundos" ou, em outras palavras, deixar de ser "igreja rodoviária" onde chega muita gente e sai muita gente, é praticar o discipulado um a um, com prestação de contas e ajuda para crescimento espiritual. Mas, esta história me trouxe um alerta: discipular, ajudar no crescimento espiritual não é "paparicar"; não é dar tanta comidinha fácil que não seja necessário ter o esforço de aprofundar raízes em busca do próprio alimento. E, quantas vezes reclamamos quando sofremos, sem reconhecer que, quando o Pai não nos permitiu facilidades o fez com a intenção sábia de que criemos raízes n'Ele.

"Se te mostras fraco, no dia da angústia, a tua força é pequena" (Pv.24.10)
"Sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade..." (Cl.1.11)

terça-feira, 22 de março de 2011

Holanda. Um Grande Campo Missionário

Há alguns anos, o que mais se falava em termos de desafio missionário era a África. Hoje, esse continente vive um grande avivamento espiritual, em vários países. Tenho ouvido relatos de grandes igrejas ali e de um povo devotado à oração. Mas, li na revista Cristianismo Hoje o seguinte artigo:

"Ecletismo Profano"

"Antigos templos protestantes da Holanda estão tendo usos mais seculares e até profanos. Com a religião em baixa no país - 44% dos holandeses já se dizem ateus - o sagrado perde cada vez mais espaço. Uma ex-igreja reformada da cidade de Utrecht hoje abriga o Café Olivier. Outro grandioso templo do século 19 agora é uma livraria em Maastricht. Já na capital, Amsterdã, a badalada casa de shows Paradiso - conhecida como Templo do Pop - recebe seus frequentadores numa catedral centenária onde, no passado, as músicas entoadas era apenas as sacras".(Revista Cristianismo Hoje, Dez/2010 a Jan/2011, pg. 9)

Você não acha que esse país se tornou um campo missionário?
"A quem enviarei, e quem há de ir por nós..." (Is.6.8)